domingo, 8 de maio de 2011

Alunos almoçam na Universidade Sénior




COM SABORES SE CONSTROEM AMIZADES

Por mais estranho que vos possa parecer na passada 6.ª feira um grupo de alunos resolveu almoçar na US. Nem mais! 
Antecedendo a aula de teatro, dinamizadora de amizades e revelações, um grupo de alunos resolveu aproveitar a oportunidade e desfrutar de um convívio que é sempre salutar porque portador de uma partilha de saberes e de sabores que nesta fase da nossa vida nos permitem apreciar aquilo que todos temos de melhor. E de pior também, porque é a partilhar momentos como estes que a entreajuda e a solidariedade se sedimentam. 
O professor também foi convidado mas não pôde participar, com muita pena dele, claro, que não conseguiu apreciar a “Massada de Peixe” que fez parte do almoço. 
Também apareceram uns “penetras”, nos quais me incluo! Mas garanto que fui convidada e assim cá estou a dar noticia do que por lá se passou. 
Sob a batuta da excelente cozinheira Dores, que se prontificou uma vez mais e tão generosamente a confeccionar o almoço, lá estiveram todos sendo que a pretexto de um almoço aproveitaram este momento para conviver em franca amizade trocando ideias e arquitectando projectos. 
Claro que vão surgir mais iniciativas desta ou doutra natureza! Este grupo é sempre uma incógnita. Nunca se sabe do que são capazes!

Albertina Vaz

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Alunos de Literatura Lúdica vão visitar o CASCI


Os alunos da disciplina de Literatura Lúdica irão visitar a dependência do CASCI, na Costa Nova, na próxima terça feira, dia 10 de Maio.
Pretende-se com esta visita, conhecer mais um aspecto desta Instituição que tem sido muito importante no apoio social e, simultâneamente, deixar-nos invadir pela sensação de sol, luz e mar, privilégio apenas de quem tem a felicidade de viver nesta bela região.
Convictos de que será um passeio bem interessante, convidamos todos os restantes alunos, professores e colaboradores da Universidade Sénior a acompanharem-nos.
O encontro será na US, pelas 10 horas. Seguir-se-á a visita ao CASCI.
Finalmente, almoçaremos numa das tasquinhas típicas, experimentando a gastronomia regional.
Vá, venham conviver connosco.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Exposição de Fotografia no Centro Cultural da Gafanha da Nazaré

Centro Cultural da Gafanha da Nazaré


De 19 de Maio a 11 de Junho, vai estar patente na galeria de exposições do Centro Cultural da Gafanha da Nazaré uma mostra de 32 fotografias feitas pelos alunos da turma de Fotografia da US da Fundação Prior Sardo. Uma exposição a não perder, até porque se trata de alunos que souberam aproveitar as orientações do professor Carlos Duarte, que os estimulou a procurar o ângulo certo para uma fotografia com arte.

As bateiras da Ria de Aveiro, em modelo




Marques da Silva com os seus modelos expostos da US 
(Clicar nas imagens para ampliar)


Ontem, de acordo com a programação estabelecida, teve lugar, na US da Fundação Prior Sardo, uma “conversa a dois” proferida por Ana Maria Lopes e António Marques da Silva, ambos especialistas conceituados nestes assuntos.
Distribuíram as tarefas, segundo as apetências, os saberes e as experiências, versando o tema As bateiras da Ria de Aveiro. Tiveram como suporte a apresentação de um powerpoint, bem como doze modelos de embarcações lagunares, construídas pelo Capitão Marques da Silva nestes últimos três anos, com base em levantamentos que fez, todas à mesma escala de 1/25, para destacar as grandezas relativas.
As perfeitíssimas miniaturas estiveram expostas numa sala ao lado durante a conversa com Ana Maria Lopes e Marques da Silva, tendo sido observadas com muito interesse pelos alunos da US, sempre ávidos de conhecer as raízes das nossas gentes.
Importa sublinhar que os trabalhos e estudos de Ana Maria Lopes e António Marques da Silva precisam mesmo de saltar os muros de um certo isolamento, tornando-se conhecidos do nosso povo.
É certo que a US tem dado uma ajuda ao nível daquilo que nos enforma, encontrando alunos muito sensíveis a esses estudos, mas urge, de facto, avançar para uma divulgação mais ampla, enriquecendo e tornando ainda mais próximo de cada um de nós o que Ana Maria Lopes e Marques da Silva, entre outros, nos têm oferecido.


segunda-feira, 2 de maio de 2011

Um episódio para partilhar

Ser Avô!

Já há uns tempos que não venho aqui conversar com os assíduos leitores deste blogue e caros alunos da US, sobre as experiências que a vida me proporciona, através das quais podemos sempre aprender alguma coisa ou simplesmente arranjar motivo de conversa.. 
Porém, hoje, não posso deixar passar este episódio sem o partilhar convosco.
Imaginem que há dias fui a Lisboa. O imenso Sol realçava ainda mais a luz da nossa bonita capital. A rua do Carmo enchia-se com o som de um fado da Amália e eu entrei na livraria do Jornal de Notícias para procurar um livro do recém  falecido historiador Magalhães Godinho.
Apercebi-me que logo a seguir a mim entrou um senhor, talvez na casa dos oitenta anos, que se dirigiu à funcionária, questionando-a se aceitavam anúncios para publicação no referido jornal. Perante a resposta afirmativa, o senhor confidenciou, e passo a citar,"sabe é que eu tenho um neto com 21 anos que não há maneira de arranjar namorada. Ele é bem bonito, assim, parecido comigo, está a ver? Trabalhador… mas quando chega a casa do trabalho, em vez de ir namorar, vai para o computador. Então eu queria pôr um anúncio para ver se arranjo uma rapariga jeitosa que queira namorar com ele. Acha que consigo?” “Pois, mas tem que ter o bilhete de identidade consigo”, respondeu profissionalmente a funcionária. “Eu sou um bocadinho surdo e não estou muito habituado a escrever essas coisas, a menina podia-me ajudar?” “Sim, mas tem que ter o bilhete de identidade”. “Ora olhe para mim e imagine-me com 20 anos. Agora descreva o meu neto de maneira a atrair alguma rapariga. Acha que elas lêem o seu jornal?”
Bom, aquele avô continuou a expor as suas preocupações relativamente à vida do neto, tão diferente da que ele tivera na mesma idade, e eu vim-me embora divertida com o episódio, mas ao mesmo tempo apreensiva com esta responsabilidade de “ser avó” e resistir à tentação de ultrapassar os limites.  

Maria Helena Malaquias

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Aniversariantes de Abril - Parabéns !

 Convívio
Aniversariantes Natércia Basílio, Mª Amélia Pereira, Lisete Jorge e Idalinda Duarte com diretora ao centro
 Bolo de aniversário
Deliciosas iguarias


Como habitual e já tradição, nesta última quarta-feira de Abril, reuniram-se os Alunos da US, para com os aniversariantes de Abril comemorar mais um ano: Lisete Jorge, Guilhermina Pinto, Mª Amélia Pereira, Idalinda Duarte, Natércia Basílio, Alberto Mendes, Isaura Torres e António Marques.
A US ofereceu o bolo e os aniversariantes brindaram os presentes com iguarias pelos próprios preparadas, com muito afinco e empenho.
O convívio e os cantares entoados, abrilhantaram este dia vivido com muita alegria e as tradicionais fotos também não faltaram!

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Alunos da US visitam exposição dos "50 Anos de Pintura de Jeremias Bandarra"


Todos atentos às explicações

Alunos com Jeremias Bandarra e Carlos Duarte

Com a presença de 12 alunos da turma de Comunicação/Fotografia e da professora Helena Malaquias, decorreu hoje uma visita à exposição de Jeremias Bandarra no Palácio da Pedricosa em Aveiro. 
Carlos Duarte fez um pequeno resumo da vida e obra do artista, seguindo-se a visita guiada por Jeremias Bandarra que começou por dizer que antes de começar a ser pintor aprendeu fotografia e cinema com um grande mestre da imagem, Vasco Branco, e só depois entrou nas artes plásticas. 
Durante uma hora, o artista percorreu os 50 anos de pintura nas suas mais diversas fases, desde o retrato, composição geométrica, figuração, ilustração poética e abstracção. 
"Não à cópia da natureza, mas recriar o real e quanto mais simples ela for mais bela se torna, e tanto é assim para a pintura como para a fotografia" diz Jeremias Bandarra. 
E a visita terminou à mesa do Merendeiro do Solar, com um arroz de cação e polvo com arroz de feijão! 

Carlos Duarte

quarta-feira, 27 de abril de 2011

US na Feira Franca do Município de Ílhavo

Participação da US na Feira Franca

Decorreu no passado dia 25 o feriado Municipal de Ílhavo, com a realização da Feira Franca, em que participaram Associações e Artesãos do Município, no mercado Municipal da cidade.
Além de várias instituições do concelho, esteve presente a Fundação Prior Sardo, com uma mostra dos alunos de Artes da Universidade Sénior.
Durante o dia, além de muitas centenas de visitantes, marcou presença Ribau Esteves, presidente da câmara, e o coordenador da turma de Comunicação/Fotografia, Carlos Duarte, assim como alunos da US.

Carlos Duarte 
Foto de Ivo Tavares

segunda-feira, 25 de abril de 2011

A vida acontece para além da U.S

Não sou um cibernauta meticuloso e persistente. Hoje ao consultar o “Convida Saberes” fiquei chocado… Teatro e Tuna da U.S. estiveram no passado dia 15 na Associação Aquém Renasce e nem uma palavra acerca desse assunto. Ora bem, nada mais simples, como ninguém, possivelmente mais credenciado que eu, não tomou a iniciativa, como eu até faço parte da Tuna e do Grupo de Teatro, pus mãos (neste caso à cabeça) à obra e cá vai.

Perante o convite da colega Lurdes Matos (elemento da Direcção da Associação Aquém Renasce) tanto alunos como respectivos professores se empenharam em dar uma resposta de forma a podermos ajudar uma Associação merecedora da nossa admiração. O motivo era nobre, contribuir para a animação de uma tarde que se seguia a um almoço de angariação de fundos. E assim cantores e actores ensaiaram com afinco de forma a atingirem as suas melhores performances. Lá, na Aquém Renasce, tudo aconteceu com muita simplicidade, harmonia e muita alegria. Foi muito bonito! Muito bonito porque, não se deu conta que a voz deste ou daquela desse nas vistas, o conjunto aconteceu, constituímos realmente um grupo que, fundamentalmente, se apresentou coeso e unido e assim ficaram a ganhar as cantigas. E ficámos a ganhar nós! Logo a seguir, representações e poesia inundaram ainda mais o salão de calor e entusiasmo, bem notado no rosto de todos os presentes. Tuna e Teatro tiveram uma presença muito alegre e com muita dignidade. Deu para entender que a solidariedade aconteceu! 

José Luís Vaz

sábado, 9 de abril de 2011

Alunos de Comunicação e Fotografia visitam a Aliança Undergroud Museum em Sangalhos

Alunos da US no museu

Organizado pela turma de Comunicação/Fotografia,  decorreu uma viagem às Caves Aliança em Sangalhos onde visitaram o Undergroud Museum, propriedade de José Berardo.
Com 1500 metros quadrados de área subterrânea, tem este Museu patente sete exposições de arte que estão distribuídas ao longo dos túneis das caves, rodeadas de pipas de aguardente, vinho ou de garrafas de espumante em estágio.
De entrada gratuita, esta mega-exposição de arte, compõe-se de Escultura contemporânea do Zimbabué; Arte etnográfica Africana; Azulejaria; Cerâmica de Bordalo Pinheiro e Manuel Cipriano Gomes; Minerais; Fósseis com mais de 20 milhões de anos e figuras em terracota com cerca de 1500 anos, oriundas do Níger.
Durante uma hora, todos ficaram fascinados com a beleza das peças expostas sempre acompanhados por um guia que sempre demonstrou conhecimentos e cordialidade com os visitantes. No final foi gratificante vermos uma pintura do Ilhavense Cândido Teles, assim como a oferta de espumante rosé das Caves Aliança.
E a viagem não podia terminar sem se provar em Avelãs de Caminha, Restaurante Queirós, o tradicional leitão.E assim termina o 2º. Período já com um aliciante programa para o 3º. Período... e com todos os alunos a terem “nota positiva” pelo seu empenhamento, alegria e companheirismo!

O coordenador: Carlos Duarte

Fotografia de Albertina Vaz (aluna)

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Alunos de Inglês e Comunicação/Fotografia visitam a Feira de Março

Alunos e professores na Feira de Março


Numa manhã solarenga,  mais de uma vintena de alunos da US e professores rumaram à Feira de Março. Alguns,  ainda sem terem tomado o pequeno-almoço,  bem penaram durante algum tempo,  já que as "barracas" das farturas só abriram lá para o fim da manhã.
Visitaram-se memórias de infância com os carrosséis à antiga, assim como os mais actuais, onde se viaja em loucas velocidades e onde não faltaram as tendas com arrepiantes fantasmas e esqueletos!
Seguiu-se a visita às barracas com os mais diversos artigos e, após descanso e a conselho do Sarabando, assentaram arraiais na  Casa Rodrigues, de Lamego,  para degustar tapas regionais, acabando o almoço, como é tradição, a saborear farturas!!!!!!!

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Colónia Agrícola da Gafanha da Nazaré

Alguns subsídios para a sua história

Habitação de colono

Em 1888, inicia-se a sementeira do penisco no pinhal velho, terminando, na área da atual Gafanha da Nazaré, em 1910. Somente em 1939 ultrapassou o sítio da capela de Nossa Senhora da Boa Hora, ficando a Mata da Gafanha posteriormente ligada à Mata de Mira. (MG)
A Colónia Agrícola da Gafanha da Nazaré foi inaugurada numa segunda-feira, 8 de dezembro de 1958, Dia da Imaculada Conceição, Padroeira de Portugal. Contudo, o processo desenvolvido até àquela data foi demorado e complexo. Aliás, a sua existência legal data de 16 de novembro de 1936, decreto-lei 27 207.
Os estudos do terreno foram iniciados pela Junta de Colonização Interna em 1937, onde se salientaram as «condições especiais de localização, vias de comunicação e características agrológicas», como se lê em “O Ilhavense”, que relata o dia festivo da inauguração.
O projeto foi elaborado em 1942 e, após derrube da mata em 1947, começaram as obras no ano seguinte. Terraplanagens, rebaixamento para adaptação a regado, remoção de areias, construção de 16 quilómetros de estradas e rede de rega com a extensão de 30 quilómetros de caleiras foram operações morosas que empregaram inúmeras pessoas das Gafanhas e região, sempre com o apoio e direção de técnicos à altura do projeto.
Paralelamente a estes trabalhos, houve a estrumação de fundo (35 mil toneladas), construção de habitações para 77 colonos, Posto Médico, Centro de Assistência Técnica, Posto Social, duas escolas com habitações para outros tantos professores, uma capela, residências para funcionários e um Posto de Reprodução Animal. Estava em estudo a eletrificação. Assim se pôde ler em “O Ilhavense”.